Blog do Gláucio Ericeira – O município de Belágua tem motivos de sobra para comemorar.
Anteriormente listado entre as cidades com os piores indicadores sociais do Brasil, Belágua reescreve sua história com avanços notáveis, impulsionados por um forte compromisso com a educação e políticas públicas eficazes, que tiveram início na gestão Herlon Costa e que continuam no governo do prefeito Neném Pontes.
Alfabetização: Um Salto de 11,8 Pontos em Apenas um Ano
O dado mais impressionante de 2024 é a nova taxa de alfabetização de crianças, que atingiu 72,29%.
Esse número representa um crescimento expressivo de 11,8 pontos percentuais em comparação com os 61,1% registrados em 2023.
Com esse resultado, Belágua não apenas alcança, mas supera as metas nacionais de alfabetização estabelecidas pelo Ministério da Educação para os anos de 2024, 2025 e 2026, todas fixadas em 72,29%.
Esse avanço coloca o município em uma posição de destaque regional: 2º lugar em alfabetização entre os 12 municípios da Unidade Regional de Itapecuru Mirim.
68ª posição no ranking estadual do Maranhão.
Uma Trajetória de Crescimento (2016-2024)
Essa conquista não é um fato isolado. Ela coroa uma trajetória de progresso consistente. A taxa de alfabetização, que em 2016 era estimada entre 50-60%, evoluiu para 72,29% em 2024, refletindo o sucesso de políticas públicas focadas em três pilares centrais:
Alfabetização como Prioridade: Investimento na formação continuada de professores, além de melhorias em transporte e infraestrutura escolar.

Gestão Democrática: Incentivo à participação da comunidade e implementação da eleição direta para diretores escolares.
Infraestrutura e Inclusão: Realização de obras em escolas e aquisição de ônibus rurais para garantir o acesso dos estudantes.
Desenvolvimento Social e Humano
Os avanços não se limitam à educação. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Belágua saltou de 0,320 (muito baixo) em 2000 para 0,512 (baixo) em 2010, segundo dados do Atlas Brasil.
A partir de 2015, programas estratégicos como o “Mais IDH” e o “Movimento Solidário” foram cruciais para impulsionar melhorias significativas em saúde, educação e renda.
Iniciativas como a distribuição de kits escolares, filtros de água, apoio médico e obras de saneamento impactaram diretamente a qualidade de vida das comunidades mais carentes.





















